Entrevista com Massacration
A hora do Massacration Para metaleiros da trupe cômica Hermes & Renato, da MTV, The Darkness é 'um plágio'
The Darkness acha que é uma paródia, mas é porque eles não conhecem o Massacration. Os metaleiros da banda agregada da trupe Hermes & Renato, grupo de humoristas da MTV, são muito mais podres.
O Estado conversou brevemente com Detonator (codinome do comediante Bruno Sutter), vocalista do Massacration. Eles pensam em processar o Darkness por plágio, já que o grupo foi formado um ano antes:
Estado - Ozzy costumava morder um morcego no palco. O que o Detonator fez de mais transgressivo em suas apresentações?
Detonator - Foi no Video Music Brasil de 2002. Eu arranquei a cabeça de um gatinho. Era um gato persa, branco. Sem contar os sacrifícios humanos que fazemos.
Estado - O que é pior para um cantor de heavy metal: microfone dando choque ou cabelo quebradiço nas pontas?
Detonator - Com certeza, o cabelo. O microfone a gente dá um jeito. Mas o cabelo é difícil. Tem de fazer escova, chapinha, umas luzes de vez em quando.
Estado - Você acha que metal farofa é termo pejorativo?
Detonator - Não. Acho que cai como uma luva para os praticantes do falso metal, como Skid Row, Guns 'N Roses, The Darkness. Eles têm de queimar no fogo do inferno.
Estado - É verdade que, para cantar, o verdadeiro cantor metaleiro tem de cortar uma parte do corpo?
Detonator - É preciso cortar os testículos, como os castrati faziam para cantar ópera. Aconteceu comigo, com o Rob Halford e com o André Matos, do Shaman.
Escrito por Misty às 02h14
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